Com recepção de Luis Roberto e a presença do time de comentaristas de peso, o Bem, Amigos! desta segunda-feira contou também com o samba dos quatro integrantes do sexteto da banda ‘galocantô’, o técnico do Palmeiras Muricy Ramalho, o meia do Vasco da Gama Carlos Alberto e o ator corintiano global, Dan Stulbach.
De início, a Fórmula 1 ganhou destaque com Galvão Bueno participando através de áudio gravado sobre as resoluções da FIA no Caso Renault. O locutor reiterou sua posição de que o dirigente Flavio Briatore foi punido exemplarmente ao ser banido do esporte. Presente apenas no primeiro bloco, Reginaldo Leme disse acreditar que Fernando Alonso deveria ter sido responsabilizado também de alguma forma, já que o normal seria ter estranhado e questionado o número de paradas previstas naquela corrida, o que não fez, argumentou.
Todos os comentaristas entraram em consenso de que os pivôs envolvidos na armação de Cingapura deveriam ter ganho punições, inclusive Nelsinho Piquet. Para o comentarista Paulo Cesar Vasconcellos, a imunidade do ex-piloto da Renault traz um mal exemplo aos demais esportistas. Muricy Ramalho concorda ao salientar que ‘quem participou tem que ser punido’, assim como um técnico de futebol que ‘entrega jogos’. Segundo o convidado Dan Stulbach, o caso se parece com a Máfia do Apito, em 2005, que mancha o esporte mundial.
Ao longo do programa, outro assunto girou em torno da carreira do meia Carlos Alberto, do Vasco. Além de justificar sua passagem tímida pelo São Paulo por questões de saúde física, melhorias no aspecto disciplinar do jogador também foram discutidas. O técnico Muricy disse entender as polêmicas em que se envolvem os boleiros, sendo a família fundamental. Ronaldinho Gaúcho foi citado para dar um exemplo da tendência atual da volta dos jogadores brasileiros depois de insucessos no exterior. Para o técnico palmeirense, a tristeza tem dominado e atrapalhado a carreira do gaúcho, devendo ele retornar ao Brasil a exemplo de Ronaldo, Adriano e o próprio Carlos Alberto.
Por fim, falou-se sobre a importância do trabalho do técnico e o resultado da falta de planejamento na administração de determinados clubes ao longo dos campeonatos. A pressão às vezes injusta em torno dos treinadores e do elenco, alega Muricy, é o que explica a situação atual do Sport e do Fluminense no Brasileirão deste ano. Ambos estão na zona de rebaixamento e foram desgastados pelos respectivos estaduais e suas participações na Taça Libertadores da América, acredita Muricy.
Carlos Alberto agradece Muricy pela paciência em momento difícil na carreira
Muricy defende volta de Ronaldinho ao Brasil: ‘Ele não está feliz, ele precisa de alegria’

Absolutamente tudo sobre esporte! 