Bem, amigo internauta! Você que está aí mais uma vez navegando e visitando o nosso site. Eu pude viver um dia absolutamente especial no Cubo D’Água, no belíssimo estádio da natação. Uma obra de arte que merecia realmente viver um dia como esse.
Primeiro a vitória do Michael Phelps nos 100 metros nado borboleta. Só um gênio para ganhar uma prova daquela forma. Lembro-me que nos 50 metros finais ele ficou para trás em relação a dois ou três e eu dizia: só um gênio pode ganhar essa prova. E repeti várias vezes: só um gênio pode ganhar essa prova. Tive a sensação de que ele tinha perdido a prova para o nadador sérvio, só que ele é realmente um gênio. Como o nado era borboleta ele chegou voando. O sérvio chegou normalmente como todos deslizando a mão por debaixo da água e ele chegou com uma última braçada aérea e ganhou a prova por um centésimo. Os sérvios recorreram, reclamaram, não porque queriam tirar a medalhar do Phelps, mas porque queriam dividir, queriam que duas medalhas de ouro fossem concedidas. Com isso ele conquistou a sétima medalha, se igualou a Mark Spitz e vai para a oitava.
Mas, o grande momento para nós brasileiros ainda estava para chegar e veio logo depois. A final dos 50 metros, o nadador mais rápido do mundo Cesar Cielo foi absolutamente fantástico. A reação dele foi em 68 centésimos de segundo para a partida, abaixo de 70 que é considerado o ideal. Liderou com uma braçada na frente de todos, mais uma vez bateu o recorde olímpico e conquistou a primeira medalha de ouro da história da natação brasileira. Uma natação que teve sempre grandes nomes, mas hoje Cesar Cielo é o maior de todos eles com uma medalha de ouro e uma de bronze em apenas uma olimpíada. Foi um momento absolutamente espetacular, o choro dele no pódio no momento do Hino Nacional Brasileiro comoveu a todos no Cubo D’Água. Foi o nadador mais aplaudido em oito dias de competição, mesmo com o fenômeno Michael Phelps.

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